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Metodologia Científica

Pesquisa de Estudo de Caso

Pesquisa de estudo de caso

O estudo de caso é uma modalidade de pesquisa amplamente utilizada nas ciências sociais. Durante muito tempo, o estudo de caso foi encarado como procedimento pouco rigoroso, que serviria apenas nos estudos de natureza exploratória. Mas atualmente é reconhecido, por alguns autores, como o delineamento mais adequado para a investigação de um fenômeno contemporâneo dentro de seu contexto real, onde os limites entre o fenômeno e o contexto não são claramente percebidos.

São necessários alguns requisitos básicos para sua realização, entre os quais, severidade, objetivação, originalidade e coerência. O estudo de caso pode ser utilizado tanto em pesquisas exploratórias quanto em pesquisas descritivas e pesquisas explicativas.

Que é estudo de caso?

O estudo de caso é um tipo de pesquisa que consiste em coletar e analisar informações sobre determinado indivíduo, uma família, um grupo ou uma comunidade, a fim de estudar aspectos variados de sua vida, de acordo com o assunto da pesquisa. É um tipo de pesquisa qualitativa e/ou quantitativa, entendido como uma categoria de investigação que tem como objeto o estudo de uma unidade de forma aprofundada, podendo tratar-se de um sujeito, de um grupo de pessoas, de uma comunidade etc. (PRODANOV; FREITAS, 2013).

Outros conceitos de Estudo de Caso

A pesquisa de estudo de caso é uma abordagem qualitativa na qual o investigador explora um sistema delimitado contemporâneo da vida real (um caso) ou múltiplos sistemas delimitados (casos) ao longo do tempo, por meio da coleta dos dados detalhada em profundidade envolvendo múltiplas fontes de informação e relata uma descrição de caso e temas do caso. É considerada uma metodologia; um tipo de projeto em pesquisa qualitativa que pode ser objeto de estudo, como também um produto de investigação. (CRESWELL, 2014).

É tipo de pesquisa que se concentra em um estudo de caso particular, considerado representativo de um conjunto de casos análogos, por ele significantemente representativo. A coleta de dados e sua análise se dão da mesma forma que nas pesquisas de campo, em geral. O caso escolhido para a pesquisa deve ser significativo e bem representativo, de modo a ser apto a fundamentar uma generalização para situações análogas, autorizando inferências. Os dados devem ser coletados e registrados com o necessário rigor e seguindo todos os procedimentos da pesquisa de campo. Devem ser trabalhados, mediante análise rigorosa, e apresentados em relatórios qualificados. (SEVERINO, 2016).

O estudo de caso é um tipo de pesquisa caracterizada pelo estudo aprofundado e exaustivo de um ou de poucos objetos, de maneira que permita o seu amplo e detalhado conhecimento. É adotado na investigação de fenômenos das mais diversas áreas do conhecimento. (LEÃO, 2017).

O estudo de caso é um tipo de pesquisa qualitativa, consistindo no estudo de um caso particular, mas sendo representativo de uma população e significativo. (MEDEIROS, 2019).

A pesquisa de Estudo de caso consiste no estudo profundo e exaustivo de um ou poucos objetos, de maneira que permita seu amplo e detalhado conhecimento, tarefa praticamente impossível mediante outros tipos de delineamentos. (GIL, 2019).

Metodologia do Estudo de Caso

O estudo de caso possui uma metodologia de pesquisa classificada como aplicada, na qual se busca a aplicação prática de conhecimentos para a solução de problemas sociais. O maior risco do estudo de caso único é que a explicação cientifica mostre-se frágil, devido a possíveis incidências de fenômenos encontrados apenas no universo pesquisado, o que pode comprometer a confiabilidade dos achados da pesquisa. Em qualquer das alternativas, o pesquisador deverá compor um cenário que corresponda à teoria que fundamenta a pesquisa e que se revele no estudo do caso, ou seja, construir uma análise que explique e preveja o fenômeno investigado.

Aduzimos que a convergência de resultados provenientes de fontes distintas oferece um excelente grau de confiabilidade ao estudo, muito além de pesquisas orientadas por outras estratégias. Assim sendo, quando há convergência de diversas fontes de evidências, temos um fato que poderá ser tratado como uma descoberta e devida conclusão, ou considerado como uma evidência que será somada a outras visando à melhor compreensão e interpretação de um fenômeno. (PRODANOV; FREITAS, 2013).

A pesquisa de estudo de caso começa com a identificação de um caso específico. Esse caso pode ser uma entidade concreta, como um indivíduo, um pequeno grupo, uma organização ou uma parceria. Em nível menos concreto, ela pode ser uma comunidade, um relacionamento, um processo de decisão ou um projeto específico.

A chave aqui é definir um caso que possa ser delimitado ou descrito dentro de determinados parâmetros, como um local e momento específicos. Em geral, os pesquisadores de estudo de caso estudam casos atuais da vida real que estão em andamento de forma que possam reunir informações precisas que não foram perdidas pelo tempo. Pode ser escolhido um único caso ou podem ser identificados múltiplos casos para que possam ser comparados. (CRESWELL, 2014).

O relatório do estudo de caso deve ser conciso e conter, obrigatoriamente, a finalidade do estudo, os procedimentos empregados e as categorias escolhidas para exame dos dados, as quais devem ser devidamente relacionadas com a teoria que as integra. (LUDWIG, 2015).

O estudo de caso, normalmente, é realizado a partir de um caso em particular e, posteriormente, é realizada uma análise comparativa com outros casos, fenômenos ou padrões existentes. (CAJUEIRO, 2015).

Mesmo considerando que o pesquisador, ao se propor desenvolver sua investigação através do estudo de caso, já parta de alguns pressupostos teóricos, o caso propriamente dito se constrói no processo da pesquisa, à medida que se identificam os múltiplos fatores que concorrem para sua configuração. Nesse sentido, essa técnica é flexível, podendo o pesquisador passar de um contexto meramente descritivo para o contexto interpretativo ou heurístico, à medida que sua pesquisa avance.

Em geral, os estudos de caso representam a estratégia preferida quando se colocam questões do tipo “como” e “por que”, quando o pesquisador tem pouco controle sobre os acontecimentos e quando o foco se encontra em fenômenos contemporâneos inseridos em algum contexto real. Pode-se complementar esses estudos de casos explanatórios com dois outros tipos: estudos exploratórios e descritivos. Independentemente do tipo de estudo de caso, os pesquisadores devem ter muito cuidado ao projetar e realizar estudos de casos a fim de superar as tradicionais críticas que se faz ao método. (YAZAN, 2016).

Os “documentos” obtidos devem ser arquivados em ordem cronológica e separados individualmente, no caso de vários sujeitos pesquisados. Podem também ser anexados aos trabalhadores acadêmicos, para complementação/comprovação/ilustração dos dados citados no decorrer do trabalho de pesquisa. Devemos lembrar ainda que as técnicas de estudo de caso podem ser aplicadas a qualquer tempo e a qualquer pessoa, família ou grupo, já que os critérios de “normalidade” ou “anormalidade” dos sujeitos pesquisados não interferem na técnica proposta. Biografias e autobiografias também podem ser consideradas como fontes para coleta dos dados e aproveitadas em estudos de casos. (DE PÁDUA, 2016).

A investigação procura entender o significado do sistema próprio dos entrevistados. Daí a necessidade de os dados qualitativos descreverem detalhadamente os indivíduos ou grupos, valendo-se da terminologia utilizada pelos entrevistados. Não se podem antecipar os aspectos do sistema significativo, nem o contexto do funcionamento da totalidade que só é possível conhecer posteriormente. As técnicas fundamentais de coleta de dados na abordagem qualitativa são: a observação, a entrevista e a história de vida. (MARCONI; LAKATOS, 2017).

Nas ciências sociais a distinção entre o fenômeno e o seu contexto representa uma das grandes dificuldades com que se deparam os pesquisadores; o que, muitas vezes, chega a impedir o tratamento de determinados problemas mediante procedimentos caracterizados por alto nível de estruturação, como os experimentos e levantamentos. Convém ressaltar, no entanto, que um bom estudo de caso constitui tarefa difícil de realizar. Mas é comum encontrar pesquisadores inexperientes, entusiasmados pela flexibilidade metodológica dos estudos de caso, que decidem adotá-lo em situações para as quais as não são recomendados. Como consequência, ao final de sua pesquisa, conseguem apenas um amontoado de dados que não conseguem analisar e interpretar. (GIL, 2019).

Tradicionalmente, a abordagem qualitativa identifica-se com o estudo de caso. Vem de uma tradição de sociólogos e se caracteriza por dar especial atenção a questões que podem ser conhecidas por meio de casos. O estudo de caso foi criado por La Play, que o empregou ao estudar famílias operarias na Europa. O estudo de caso refere-se ao levantamento com mais profundidade de determinado caso ou grupo humano sob todos os seus aspectos. Entretanto, é limitado, pois se restringe ao caso estudado, que não pode ser generalizado.

Sendo assim, o estudo de caso implica utilização de múltiplas técnicas de coletas de dados, como seleção de fontes de documentos (jornais, periódicos, atas, memorandos, diários, blogs, folders etc) entrevistas e observações. Em relação às entrevistas, decide-se se serão abertas (com questões previamente estabelecidas, mas com liberdade de resposta), guiadas (a formulação das questões é motivada pelo curso da entrevista), por causa (o pesquisador se orienta por uma relação de temas para os quais deseja obter respostas) informal (conversação livre). Definem-se ainda de antemão a quantidade de entrevistas necessárias ao desenvolvimento de pesquisa, bem como as pessoas que serão entrevistadas. (MEDEIROS, 2019).

Objetivos do Estudo de Caso

Para Prodanov e Freitas (2013), o estudo de caso não se caracteriza apenas como uma maneira específica para a coleta de dados nem simplesmente uma característica do planejamento de pesquisa em si; o Estudo de caso vai além, uma vez que se trata de uma estratégia para pesquisa abrangente. Dito isso, o estudo de caso vem sendo utilizado com frequência pelos pesquisadores sociais, visto servir a pesquisas com diferentes objetivos, como:

  • Explorar situações da vida real cujos limites não estejam claramente definidos;
  • Descrever a situação do contexto em que está sendo feita determinada investigação;
  • Explicar as variáveis causais de determinado fenômeno em situações muito complexas que não possibilitem a utilização de levantamentos e experimentos.

Já para Medeiros (2019), o estudo de caso tem como objetivo que os resultados da pesquisa sejam aplicados a outros fatos ou fenômenos análogos, ou seja, que os resultados possam ser “generalizados” para situações semelhantes.

Gil (2019) justifica que a crescente utilização do estudo de caso no âmbito das ciências sociais, resultam em objetivos diferentes:

  • Explorar situações da vida real cujos limites não estão claramente definidos;
  • Preservar o caráter unitário do objeto estudado;
  • Descrever a situação do contexto em que está sendo feita determinada investigação;
  • Formular hipóteses ou desenvolver teorias; e
  • Explicar variáveis causais de determinado fenômeno em situações muito complexas que não possibilitam a utilização de levantamentos e experimentos.

Etapas do Estudo de Caso

No estudo de caso, não há aprioristicamente um esquema estrutural; assim não se organiza um esquema de problemas, hipóteses e variáveis com antecipação. Ele reúne grande número de informações detalhadas, valendo-se de diferentes técnicas de pesquisa. Seu objetivo é apreender determinada situação e descrever a complexidade de um fato. (MARCONI; LAKATOS, 2017).

Tipos de Observações no Estudo de Caso

A observação no estudo de caso pode ser espontânea, sistemática e participante O relatório da pesquisa também pode ter a estrutura de uma narrativa, focalizando cronologicamente os acontecimentos.

a) Observação espontânea: aproximação do pesquisador com o objeto de sua pesquisa; alheio à comunidade, ele observa os fatos que ocorrem no seu interior;

b) Observação sistemática: nesse caso, o pesquisador sabe quais são os aspectos que deseja focalizar, quais são os mais significativos para sua pesquisa;

c) Observação participante: o pesquisador se introduz na vida da comunidade e dela participa, assumindo o papel de um de seus membros. (MEDEIROS, 2019).

Tipos de Estudo de Caso

O estudo de caso é o tipo de pesquisa na qual um fenômeno ou situação é estudado em profundidade para obter uma compreensão ampliada sobre outros casos similares, possibilitando a criação de um modelo ou de novos tipos de procedimentos-padrão:

a) Estudos de caso descritivos: procuram apenas apresentar um quadro detalhado de um fenômeno para facilitar a sua compreensão, pois não há tentativa de testar ou construir modelos teóricos, mas práticos que se adequem àquela situação. Na verdade, esses estudos constituem um passo inicial ou uma base de dados para pesquisas comparativas subsequentes e construção de teorias.

b) Estudos de caso interpretativos: também utilizam a descrição, mas o enfoque principal é interpretar os dados num esforço para classificar e contextualizar a informação e talvez teorizar sobre o fenômeno.

c) Estudos de caso avaliativos: envolvem tanto a descrição quanto a interpretação, mas o objetivo principal é usar os dados para avaliar o mérito de alguma prática, programa, sistema ou evento. (CAJUEIRO, 2015).

Como fazer um Estudo de Caso?

Os estudos de caso podem ser feitos através do diário de pesquisa ou da história de vida do indivíduo, do grupo ou de um dado processo social. (DE PÁDUA, 2016).

a) Diário de pesquisa: é o registro cotidiano dos acontecimentos observados tais como manifestações de comportamento, mudanças decorrentes de medicamentos ministrados, conversas, atividades desenvolvidas, rotinas diárias em instituições, escolas etc. Além de fazer parte do acervo de dados a serem utilizados para análise final, o diário de pesquisa é um importante elemento de orientação do trabalho científico, permitindo uma retrospectiva do trabalho já realizado. Pode ainda fornecer os novos elementos para análise de aspectos que não tinham sido levados em conta na pesquisa ou mesmo para exploração de novos recursos que não haviam sido considerados.

As observações devem ser criteriosamente registradas em fichas/CDs, em ordem cronológica, a fim de que possibilitem a “reconstrução” do caso. Quanto mais sistematizados e detalhados forem os registros, mais subsídios o diário de pesquisa oferecerá à descrição do caso, contribuindo também para sua análise e interpretação.

b) Histórias de vida: também são documentos íntimos, registrados pelo pesquisador ou pelo próprio informante em diários, cartas, alguns tipos de trabalhos literários, material expressivo, conversas ou entrevistas. Constituem um material que deve ser complementado e comparado com outras fontes, como atestados médicos, resultados de exames psicológicos, outros depoimentos de pessoas ligadas ao pesquisado, documentos oficiais, em função do caráter subjetivo que envolve esse tipo de técnica. Deve-se procurar obter informações tão reveladoras e espontâneas quanto possível, com mínima influência do pesquisador.

Validade das informações de uma História de Vida

  • Ser um documento escrito nas próprias palavras do pesquisado, isto é, uma autobiografia ou registro textual de uma narração oral;
  • Um documento que represente uma expressão livre, espontânea e detalhada das experiências passadas, das aspirações presentes e dos planos para o futuro;
  • Um documento assegurado numa situação favorável, em que as tendências ao engano ou ao preconceito sejam eliminadas ou reduzidas ao mínimo.

Quando realizar estudos de casos?

Segundo Marconi e Lakatos (2017), os estudos de casos devem ser realizados quando se encontra alguns motivos distintos:

a) Intrínsecos: representação de traços particulares;

b) Instrumentais: esclarecimentos de traços sobre algumas questões;

c) Coletivos: abordagem de vários fenômenos conjuntamente.

Vantagens do Estudo de Caso

  • O estudo de caso diz respeito a uma investigação de fenômenos específicos e bem delimitados, sem a preocupação de comparecer ou generalizar. Algumas peculiaridades são próprias do estudo caso. Uma delas é a de que ela visa identificar novos elementos que muitas vezes o pesquisador não pensa em descobrir. (LUDWIG, 2015).
  • É uma abordagem que considera qualquer unidade social como um todo. Quase sempre essa abordagem, pode ser uma pessoa, uma família ou outro grupo social, um conjunto de relações ou processos (como crises familiares, ajustamento à doença, formação de amizade, invasão étnica de uma vizinhança etc.) ou mesmo toda uma cultura.
  • Quanto a formação acadêmica do pesquisador, ao mesmo tempo que possibilita um conhecimento mais global do contexto, transforma-se em um novo momento de aprendizagem, o que torna mais dinâmico, rico e desafiador o processo de pesquisa. (DE PÁDUA, 2016).

Desvantagens do Estudo de Caso

  • A despeito de sua crescente utilização nas ciências sociais, encontram-se muitas objeções a sua aplicação. Uma delas refere-se à falta de rigor metodológico; por essa razão, são frequentes os vieses nos estudos de caso, os quais acabam comprometendo a qualidade de seus resultados.
  • Devido aos vieses formados, o pesquisador disposto a desenvolver estudos de caso deve redobrar seus cuidados tanto no planejamento quanto na coleta e análise dos dados para minimizar o efeito dos vieses.
  • Tende a uma dificuldade de generalização. A análise de um único ou de poucos casos de fato fornece uma base muito frágil para a generalização.
  • O tempo destinado à pesquisa de estudos de caso demandam muito tempo para serem realizadas e que frequentemente seus resultados tornam-se poucos consistentes. (GIL, 2019).
  • Como em outras técnicas em que há intervenção direta do pesquisador, no estudo de caso existe o risco de distorção dos dados apresentados, risco que aumenta à medida que o pesquisador se aprofunda no processo ou “conhece bem” as pessoas ou situação estudada, podendo ocorrer um envolvimento emocional, nem sempre desejável. Como consequência, poderá ocorrer um afastamento do plano original da pesquisa e os dados coletados passam a ser baseados somente na “intuição” do pesquisador, o que deve ser evitado. (DE PÁDUA, 2016).
  • A falta de rigor da pesquisa de estudo de caso. Possibilita que o pesquisador de estudo de caso seja negligente, não siga procedimentos sistemáticos ou permita que se aceite evidências equivocadas ou visões tendenciosas para influenciar o significado das constatações e conclusões. (YAZAN, 2016).

Exemplos de Estudos de Caso

Como exemplo de estudo de caso, na psicanálise (Freud), na medicina (análise de caso de um problema), no direito (caso jurídico) e nas ciências políticas (relatos de casos). A pesquisa de estudo de caso tem uma longa e distinta história em muitas disciplinas. (CRESWELL, 2014).

Quando o estudo de caso se refere a instituições específicas, por exemplo, uma escola, um hospital, um centro de saúde, uma universidade, no momento da caracterização do caso podemos recorrer aos registros institucionais disponíveis, como atas, regimentos, folfers, jornais de circulação interna e outros. Se necessário, esse material também pode ser anexado ao trabalho de pesquisa, no todo ou em parte, a título de complementação ou comprovação dos dados coletados. (DE PÁDUA, 2016).


Referências Bibliográficas:

CAJUEIRO, Roberta Liana Pimentel. Manual para elaboração de trabalhos acadêmicos: guia prático do estudante. 3. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2015.

CRESWELL, John W. Investigação qualitativa e projeto de pesquisa: escolhendo entre abordagens. Tradução: Sandra Mallmann. 3. ed. Porto Alegre: Penso, 2014.

DE PÁDUA, Elizabete Matallo Machesini. Metodologia da Pesquisa: abordagem teórico-prática. 18. ed. Campinas SP: Papirus, 2016.

GIL, Antonio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2019.

MEDEIROS, João Bosco. Redação Científica: prática de fichamentos, resumos, resenhas. 13. ed. São Paulo: Atlas, 2019.

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia Científica. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2019.

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia Científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2017.

LEÃO, Lourdes Meireles. Metodologia do Estudo e Pesquisa: facilitando a vida dos estudantes, professores e pesquisadores. Petrópolis, RJ: Vozes, 2017.

LUDWIG, Antonio Carlos Will. Fundamentos e Prática de Metodologia Científica. 3. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2015.

PRODANOV, Cleber Cristiano.; FREITAS, Ernani Cesar de Freitas. Metodologia do Trabalho Científico [recurso eletrônico]: métodos e técnicas da pesquisa e do trabalho acadêmico. 2. ed. Novo Hamburgo: Feevale, 2013.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. 24. ed. São Paulo: Cortez, 2016.

YAZAN, Bedrettin. Três abordagens do método de estudo de caso em educação: Yin, Merriam e Stake. Tradução: Ivar César Oliveira de Vasconcelos. Rev.: Meta: Avaliação. v. 8, nº. 22. Rio de Janeiro: 2016. Disponível em: <http://revistas.cesgranrio.org.br/index.php/metaavaliacao/article/view/1038> Acesso em: 07 mai. 2019.

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