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Método Hipotético-Dedutivo

O método hipotético-dedutivo é considerado lógico por excelência. Acha-se historicamente relacionado com a experimentação, motivo pelo qual é bastante usado no campo das Ciências Naturais. Não é fácil estabelecer a distinção entre método hipotético-dedutivo e o método indutivo, uma vez que ambos são fundamentados na observação. A diferença é que o método hipotético-dedutivo não se limita à generalização empírica das observações realizadas, podendo-se, através dele, chegar à construção de teorias e leis. (ANDRADE, 2017).

O que é Método Hipotético-Dedutivo?

O método hipotético-dedutivo é uma modalidade de método científico que se inicia com um problema ou uma lacuna no conhecimento científico, passando pela formulação de hipóteses e por um processo de inferência dedutiva, o qual testa a predição da ocorrência de fenômenos abrangidos pela referida hipótese. (PRODANOV; FREITAS, 2013). Quando se tem vários fenômenos particulares, leis ou hipóteses que se quer explicar ou unificar, formula-se uma ou mais hipóteses; A teoria ou as hipóteses, assim produzidas, seriam então desenvolvidas por meio do raciocínio dedutivo, testadas e substituídas, caso necessário. Num sentido geral, todas as inferências indutivas reduzem-se ao método hipotético-dedutivo. (MATTAR, 2017).

Exemplo Clássico do Método Hipotético-Dedutivo

No exemplo clássico dos cisnes, para se sustentar, com certeza e evidência, que todos os cisnes são brancos, seria necessário verificar cada cisne particular possível, do presente, do passado e do futuro, porque, na realidade, a soma dos casos concretos dá apenas um número finito, ao passo que o enunciado geral pretende ser infinito. Outro argumento de Popper é de que a indução cai invariavelmente no apriorismo. (GIL, 2019).

Origem e História do Método Hipotético-Dedutivo

Considerando que a indução, como técnica de raciocínio, já existisse desde Sócrates e Platão, foi Francis Bacon quem sistematizou o método indutivo. Todo conhecimento tem como fonte de percepção, a observação, ou, como afirmou Hume, nada há no entendimento que antes não tenha estado nos sentidos. Esta é a tese do indutivismo ou empirismo, escola britânica liderada por Bacon, que conta entre suas fileiras com filósofos como Locke, Berkekey, Hume e Stuart Mill.

Temos assim, duas escolas em confronto: empirismo versus racionalismo. As duas admitem a possibilidade de alcançar a verdade manifesta, só que as fontes do conhecimento, os pontos de partida de uma e de outra escola são opostos: para o empirismo, são os sentidos, a verdade da natureza, livro aberto em que todos podem ler; para o racionalismo, a veracidade de Deus, que não pode enganar e que deu ao homem a intuição e a razão. Em resumo, tem o conhecimento sua origem nos fatos ou na razão? Na observação ou em teorias e hipóteses? Quanto ao ponto de chegada, ambas as escolas estão concordes: formulação de leis ou sistemas de leis para descrever, explicar e prever a realidade. Assim, a discussão versa sobre o ponto de partida e o caminho a seguir para alcançar o conhecimento.

Concluindo, a indução afirma que, em primeiro lugar, vem a observação dos fatos particulares e depois as hipóteses a confirmar; a dedução, como ocorre no método-hipotético-dedutivo, defende o aparecimento, em primeiro lugar, do problema e da conjectura, que serão testados pela observação e experimentação. Há, portanto, uma inversão de procedimentos.

Hume foi o primeiro a colocar dúvidas sobre os alicerces do método indutivo: apontou o fato de que nenhum número de enunciados de observações singulares, por mais amplo que seja, pode acarretar logicamente um enunciado geral irrestrito. Se A e B se encontram uma, duas, mil vezes juntos, não se pode concluir, com certeza, que na próxima vez estejam juntos, e a indução afirma precisamente isso. O que podemos ter é uma expectativa psicológica de que os fenômenos tornarão a comportar-se da mesma forma, com probabilidade maior ou menor. Mesmo Bertrand Russel entende que o empirismo puro não é base suficiente para a ciência de modo geral. Contudo, de todos ou autores que puseram em dúvida o indutivismo, o mais relevante foi Popper, que lançou as bases do método hipotético-dedutivo e do critério da falseabilidade. (MARCONI; LAKATOS, 2017).

Karl Popper (1902-1994) é o criador do método hipotético-dedutivo e um falibilista na área científica. Para ele, o conhecimento científico não possui o valor de verdade, mas de verossimilhança. Em sua obra Conjecturas e Refutações, o teórico defende que existe diferentes graus de proximidade da verdade. Isto é, embora uma hipótese científica possa ser refutada, parte de seu conteúdo pode ser verdadeiro. A essa proximidade da verdade, ele chamou de verossimilhança. (GUIMARÃES, 2018).

O método hipotético-dedutivo foi definido por Karl Pooper a partir de críticas à indução, expressas em A lógica da investigação científica, obra publicada pela primeira vez em 1935. A indução no entender de Popper não se justifica, pois o salto indutivo de “alguns” para “todos” exigiria que a observação de fatos isolados atingisse o infinito, o que nunca poderia ocorrer, por maior que fosse a quantidade de fatos observados. (GIL, 2019).

Elementos basilares do Método Hipotético-Dedutivo

Os argumentos epistemológicos conduzem ao questionamento do conhecimento científico. Duas correntes se apresentam como estratégias para validar essa possibilidade ou impugná-la. A primeira é o dogmatismo. Para os seguidores dessa corrente, o conhecimento é possível, bem como a descoberta da verdade. Sendo assim, pode-se chegar ao conhecimento absoluto e rejeitar quaisquer dúvidas acerca da confiança humana sobre aquilo que já é conhecido. A outra corrente é o ceticismo. Para seus adeptos, não é possível conhecer os fenômenos do mundo, seja devido sua constante transformação, ou pela limitação dos órgãos sensoriais humanos, ou ainda, devido aos métodos e teorias. O falibilismo surge como corrente intermediária ao dogmatismo e o ceticismo, ou seja, aos dois pensamentos epistemológicos. Quanto a oposição ao dogmatismo, o falibilismo reconhece que o conhecimento científico seja falível, sujeito a erros e a revisões; logo, em permanente evolução. Quanto ao ceticismo, o falibilismo defende que o conhecimento científico é possível, pois progride ao deixar o ser humano interagir com o mundo, tanto pela regularidade quanto pela capacidade de mudança. (GUIMARÃES, 2018).

Objetivo do Método Hipotético-Indutivo

O objetivo imediato do método hipotético-dedutivo é combater o erro e se pensar que evitá-lo é, do ponto de vista epistemológico, tão importante quanto o objetivo de descobrir a verdade científica. Então, se houver as garantias de que o método elimina sucessivamente o erro, já será uma razão epistêmica suficiente para usá-lo. É devido a isso que, Popper propõe ao pesquisador manter-se em atitude crítica permanente. (GUIMARÃES, 2018).

A posição de Popper perante a Indução e o Método Científico

Popper afirma algumas vezes ser realista crítico, no sentido moderno da palavra, no sentido de acreditar que um mundo material existe independente da experiência; outras vezes racionalista crítico, porquanto seu método é o de enunciar claramente o problema e examinar, criticamente, as soluções propostas. Defende ele o valor do conhecimento racional; as teorias devem corresponder à realidade. Propugna por uma atitude racional e crítica e pelo emprego do método hipotético-dedutivo que consiste na construção de conjecturas, que devem ser submetidas a testes, os mais diversos possível, à crítica intersubjetiva, ao controle mútuo pela discussão crítica, à publicidade crítica e ao confronto com os fatos, para verificar que as hipóteses sobrevivem como mais aptas na luta pela vida, resistindo, portanto, às tentativas de refutação e falseamento.(MARCONI; LAKATOS, 2017).

Etapas do método hipotético-dedutivo segundo Pooper

O esquema apresentado por Pooper pode ser expresso da seguinte maneira:

Portanto, Popper defende esses momentos no processo investigatório:

a) Problema: surge, em geral, de conflitos diante de expectativas e teorias existentes.

b) Solução: proposta que consiste numa conjectura (nova teoria); dedução de consequências na forma de proposições passíveis de teste.

c) Testes de falseamento: tentativas de refutação, entre outros meios, pela observação e experimentação.

Se a hipótese não superar os testes, estará falseada, refutada e exigirá nova reformulação do problema e da hipótese, que se, superar os testes rigorosos, estará corroborada provisoriamente, não definitivamente, como querem os indutivistas. Einsten vem em auxílio dessa característica da falseabilidade quando escreve a Popper: “na medida em que um enunciado científico se refere à realidade, ele tem que ser falseável; na medida que não é falseável, não se refere à realidade (POPPER, 2013).

De forma completa a Proposição de Popper permite a seguinte esquematização:

Esquema completo da Proposição de Popper

A observação não é feita no vácuo. Tem papel decisivo na ciência. Contudo, toda observação é percebida por um problema, uma hipótese, enfim, algo teórico. A observação é ativa e seletiva, tendo como critério “expectativas inatas”. Só pode ser feita a partir de alguma coisa anterior. Essa coisa anterior é nosso conhecimento prévio ou nossas expectativas. Qualquer observação, é uma atividade com objetivo (encontrar ou verificar alguma regularidade que foi menos vagamente vislumbrada; trata-se de uma atividade norteada pelos problemas e pelo contexto de expectativas. (POPPER, 2013).

O Método Hipotético-Dedutivo segundo outros autores

Com algumas pequenas variantes, expõem o mesmo método: Copi, Bunge e Souza et al. Para Copi, são as seguintes as etapas do método científico ou padrão geral da investigação científica (MARCONI; LAKATOS, 2017):

a) Problema:

Toda investigação científica parte de um problema: fato ou conjunto de fatos para o qual não temos explicado aceitável, pois não se adapta às nossas expectativas, ou seja, ao conhecimento prévio da área onde se situa o problema de pesquisa.

b) Hipóteses Preliminares:

Um problema é uma dificuldade, uma fissura no quadro do conhecimento prévio e das expectativas. As hipóteses preliminares são solução provisória, mas tão necessárias como o problema. Como as hipóteses de trabalho são provisórias, pode acontecer que nenhuma delas sobreviva como solução do problema, sendo outra bem diferente delas, a hipótese válida.

c) Fatos Adicionais:

As hipóteses preliminares levam o cientista a procurar fatos adicionais, que podem sugerir novas hipóteses, que, por sua vez, podem sugerir novos fatos adicionais, e assim por diante. Hipóteses preliminares e fatos adicionais estão intimamente unidos, inseparáveis.

d) Dedução de Consequências:

De uma hipótese se deduzem consequências que deverão ser testadas, direta ou indiretamente, pela observação, pela teoria ou por ambas. Como desfecho favorável de experiencia, a hipótese é corroborada, isto é, demonstrada provisoriamente.

f) Aplicação:

Como tudo é científico, os resultados e consequências devem ser aplicados na prática, servindo de pauta para pesquisas de problemas semelhantes.

Etapas Método Hipotético-Dedutivo segundo Bunge

Segundo Marconi e Lakatos (2017), Bunge indica as seguintes etapas:

a) Colocação do problema:

b) Construção de um modelo teórico:

c) Dedução de consequências particulares:

d) Teste das hipóteses:

e) Adição ou introdução das conclusões na teoria:

Metodologia do Método Hipotético-Dedutivo

Karl Popper argumenta que a indução parte de uma coerência metodológica porque é justificada dedutivamente. Sua justificação indutiva exigiria o trabalho de sua verificação factual. Isso significaria cair numa petição de princípio, ou seja, apoiar-se numa demonstração sobre a tese que se pretende demonstrar. Já de acordo com Kaplan, no método hipotético-dedutivo, o cientista, através de uma combinação de observação cuidadosa, hábeis antecipações e intuição científica, chega-se a um conjunto de postulados que governam os fenômenos pelos quais está interessado, daí deduz ele as consequências por meio de experimentação e, dessa maneira, refuta os postulados, substituindo-os, quando necessário, por outros, e assim prossegue.

O método hipotético-dedutivo pode se apresentar a partir do seguinte esquema:

Esquema do Método Hipotético-Dedutivo

Quando os conhecimentos disponíveis sobre determinado assunto são insuficientes para a explicação de um fenômeno, surge o problema. Para tentar explicar a dificuldade expressa no problema, são formuladas conjecturas ou hipóteses. Das hipóteses formuladas, deduzem-se consequências observáveis, que deverão ser testadas ou falseadas. Falsear significa tentar tornar falsas as consequências deduzidas das hipóteses. Enquanto no método dedutivo procura-se a todo custo confirmar a hipótese, no método hipotético-dedutivo, ao contrário, procuram-se evidências empíricas para derrubá-la. Quando não se consegue demonstrar qualquer caso concreto capaz de falsear a hipótese, tem-se a sua corroboração, que não excede o nível provisório. De acordo com Popper, a hipótese mostra-se válida, pois superou todos os testes, mas não definitivamente confirmada, já que a qualquer momento poderá surgir um fato que a invalide.

O método hipotético-dedutivo goza de notável aceitação, sobretudo no campo das Ciências Naturais. Nos círculos neopositivistas chega a ser considerado como o único método rigorosamente lógico. Nas ciências Sociais, entretanto, a utilização desse modelo se mostra bastante crítica, pois nem sempre podem ser deduzidas consequências observadas das hipóteses. Proposições derivadas da Psicanálise ou do Materialismo Histórico, por exemplo, não apresentariam, de acordo com Popper, condições para serem falseadas. (GIL, 2019).

A pesquisa moderna utiliza o método hipotético-dedutivo que consiste em testar teorias por meio de hipóteses falseáveis. Há no raciocínio indutivo, uma impropriedade pois se chega a uma conclusão generalizada, saltando-se de fatos particulares. Como o método indutivo se revela impróprio para a Ciência, então é proposto o método hipotético-dedutivo o qualpropõe o seguinte caminho: parte-se de um problema, estabelecem-se conjecturas (hipóteses, uma solução proposta passível de ser testada), deduzem-se as consequências das observações realizadas, tenta-se falsear as conclusões por meio da observação. Diferentemente, pois, da indução que busca confirmar uma hipótese, o método hipotético-dedutivo busca falseá-la. Se a hipótese resistir aos testes rígidos de falseamentos, ela estará “corroborada” provisoriamente. Não se trata de confirmação de hipótese ou conjectura, mas de afirmar que não se descobriu, depois de feitos os testes de falseamento, nenhum caso concreto que a invalide. Trata-se, portanto, de um método que não se propõe alcançar uma certeza definitiva, mas provisória, o que está mais de acordo com a ciência, cuja possui como uma das características a provisoriedade. (MEDEIROS, 2019).

Em função dos resultados desses testes, as hipóteses podem ser modificadas, dando início a um novo ciclo, até que não haja discrepâncias entre a teoria (ou o modelo) e os experimentos e/ou as observações. De acordo com Popper, toda investigação tem origem num problema, cuja solução envolve conjecturas, hipóteses, teorias e eliminação de erros; por isso que o método de Popper é considerado o método de eliminação de erros. (PRODANOV; FREITAS, 2013).

Resumindo, o método hipotético-dedutivo, se inicia pela percepção de uma lacuna nos conhecimentos, acerca da qual formula hipóteses e, pelo processo de inferência dedutiva, testa a predição da ocorrência de fenômenos abrangidos pela hipótese. (MARCONI; LAKATOS, 2019).

Método Hipotético-Dedutivo na atualidade

Vantagens e Desvantagens do Método Hipotético-Dedutivo

O método hipotético-dedutivo, antes defendido por outros autores, baseia-se na ideia de que toda pesquisa se inicia com um problema e com uma solução possível – que é convertida em hipótese, quando colocada sob a forma de proposições. A hipótese norteia a pesquisa, sendo submetida a testes para que se possa verificar se é ou não a solução do problema. Cabe à observação e à experimentação, entre outros meios, o papel de testar hipóteses levantadas na busca da solução de um problema, com o objetivo de refutá-las. Assim como acontece com o método indutivo e método dedutivo, o método hipotético-dedutivo tem a ele relacionadas vantagens e desvantagens. Por exemplo, se por um lado se faz a identificação desse tipo de raciocínio com determinados traços das teorias científicas, por outro não se admite que esse método possa ser o único a dar respostas à problemática científica. Ou seja, esse método não pode explicar o progresso científico sozinho pois, assim como os outros métodos, também se realiza por saltos, por rupturas sucessivas que estabelecem uma reestruturação da própria teoria. O certo é que todos os métodos têm sua importância para a Ciência e, dadas as diversas discussões existentes sobre o assunto, parece muito mais prudente se buscar entender a contribuição de cada um para o processo científico. O difícil é aceitar que apenas um deles possa oferecer todas as bases para o processo científico. (MARTINS; THEÓPHILO, 2018).

As críticas que podem ser feitas ao método hipotético-dedutivo são exatamente as mesmas que foram formuladas quando se analisou o método dedutivo. Deve-se apenas acrescentar que o critério de falseabilidade, introduzido por Popper, concentra a maioria das críticas, por afirmar que as hipóteses, etapa necessária para o desenvolvimento da ciência, jamais podem ser consideradas verdadeiras, visto que conclusivamente podem ser falseadas. É claro que todos os autores que emitem esse tipo de crítica não postulam o conhecimento científico como pronto e acabado em dado momento, por isso contraria a característica da ciência de contínuo aperfeiçoamento, por meio de modificações e alterações no campo teórico e na área dos métodos e técnicas de investigação da natureza e da sociedade. O que causa estranheza, na posição de Popper, é que a ciência se limite à eliminação do erro, sem que se apresente como progressiva descoberta ou aproximação da verdade. (MARCONI; LAKATOS, 2017).

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Referências Bibliográficas:

ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2017.

GIL, Antonio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2019.

GUIMARÃES, Gilberto de Lima et al. Possibilidades de Avaliação Epistemológica dos Programas de Pós-Graduação em Enfermagem à Luz de Karl Popper. Texto contexto – enferm. vol. 27. Nº 4. Florianópolis: 2018. ISSN 1980-265X versão on line. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-07072018000400601&lang=pt> Acesso em: 24 jun 2019.

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia Científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2017.

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia Científica. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2019.

MARTINS, Gilberto de Andrade; THEÓPHILO, Carlos Renato. Metodologia da Investigação Científica para Ciências Sociais Aplicadas. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2016.

MATTAR, João. Metodologia Científica na Era Digital. 4 ed. São Paulo: Saraiva, 2017.

MEDEIROS, João Bosco. Redação Científica: prática de fichamentos, resumos, resenhas. 13. ed. São Paulo: Atlas, 2019.

POPPER, Karl R. A lógica da Pesquisa Científica. Tradução: Leonidas Hegenberg; Octanny Silveira de Mota. 2. ed. São Paulo: Cultrix, 2013.

PRODANOV, Cleber Cristiano; FREITAS, Ernani Cesar de Freitas. Metodologia do Trabalho Científico [recurso eletrônico]: métodos e técnicas da pesquisa e do trabalho acadêmico. 2. ed. Novo Hamburgo: Feevale, 2013.

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